
A dor do silêncio me traz momentos
De sua doce voz, a me tornar refém
A me fazer sorrir em todos os momentos
Sem medo, sem lágrimas, sem réquiem.
A dor do silêncio agora jaz aqui
Naquela flor tão morta, tão calma
Pedindo um choro qualquer para si
Sem pompa, sem vela, sem trauma.
A dor do silêncio desatina a sede
Da vida humana...o líquido carmesim!
O sangue mortal cai em minha rede
Sem culpa, sem volta, sem fim.
A dor do silêncio se faz presente
Saudades da luz que tive um dia
Pois vago nas trevas eternamente
Sem vida, sem morte, sem poesia.
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Bloody! Bloody! Bloody! Bloody!
Life or Death, that is the question!