
Dentre Ruínas E Um Anoitecer Rubro
(...Of Ruins And A Red Nightfall)
A vida ganha uma dor intensa para ascender em mim uma vez mais
O sofrimento que bate através da luz radiante
Um quitus que conquistou teus olhos
A decadência da vida
Ódio ofensivo ofusca através dos olhos
De nossa existência, por mil vezes
Até aqui, um combate empatado, como num devaneio ascendendo
Na vida, mirramos como a glória que se vai nos ventos de inverno
Contemple além
De um destino enevoado parado desde o passado
Envolva minha ira em tua profecia
Quem sabe sonhar...o dia da ira, imploro-te
Encontre um refúgio à vida
Quem sabe sonhar...o dia da ira, imploro-te
Permita que a luz do dia banhe teus véus
Convoque os ventos de inverno ao qual eu possa caminhar
Adentre as clareiras da manhã de um desejo de morte destruído
Convoque a luz das estrelas, brilho ao qual possa se enfurecer
Adentre esta triste ilusão
Clame por ti sem presunção
Quem sabe em sonhos você seja minha rainha dançante
Encontre um refúgio à vida
Quem sabe sonhar...o dia da ira, imploro-te
Permita que a luz do dia banhe teus véus
Um golpe de angina
Encantado pela noite e as clareiras de tua vertente
Uma estrela de furor liberto através dos céus
Me conceda tuas visões...legue-me a vida
Através de tempos saudosos...num caminho de indignidade
Sem um intenso ardor...o último circuito desta vida, eu abandono

Sacrilégio
(Sacrilege)
Côro:
Ninguém será abandonado na dúvida
Quando sua alma for lançada ao vazio
E Jesus curará nossos pecados
E Jesus nos deixará entrar
Vibeke:
Permaneça de joelhos
Permaneça de joelhos
Østen:
Milhões em cruzada contra a risível heresia
Raça de homens loucos que nos obrigam ao Livro que responde a todas nossas necessidades
Línguas dotadas de lâminas afiadas nos ensinam ofensas divinas
Nossos líderes religiosos deverão nos matar para nos ter de joelhos diante deles
Outra guerra terminou
E a dor praticamente se foi
Cada ferida tem sido curada
Nós estamos desejosos de prosseguir
Línguas dotadas de lâminas afiadas
Nos ensinam ofensas divinas
Nossos líderes religiosos deverão nos matar para nos ter de joelhos diante deles

Sabedoria Angelical
(Angellore)
Quanto o verão acaba - fuja meu anjo
Ventos de inverno podem te levar para longe
Através do horizonte pálido
Eu me protejo em silêncio sobre os sonhos
Para seu coração ainda irrecuperável
Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
O mesmo paraíso que um dia eu conduzi ao caminho errado
Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
Os mesmos encantadores caminhos que uma vez eu senti em mim
Sabedoria angelical... venerada ao anoitecer
Por ti eu ascendi
Agora desço... todo só
Ascenda por mim... acalme meu coração
Tão vasto um mar
Possa eu superar...
Na noite um anjo se perde
Tão perdida, coberta de lágrimas e perdida no caminho
Tão baixo quanto o horizonte pálido
Sua vela está morrendo enquanto ela procura por mim
Através de um mar tão vasto
Abrace meu sangramento
Está nos olhos dela
Coração Elysiums
Está no coração dela
O mesmo desejo que eu sentia queimando em mim...
Ascenda por mim... acalme meu coração
Tão vasto um mar
Possa eu superar...
Tão profundo quanto o mar
Onde os sigilos são enterrados
Por um sonho uma vez desejado
Apesar de prever, meu coração tristonho regressouNão consigo cruzar um mar tão vasto.

Minha Lenore Perdida
(My lost Lenore)
Coração dançante eu lamento
Meu desejo perdido
Coração dançante eu lamento
Violente eternamente minha alma
Por tua promessa lamentada por seus olhos de corvo
Por sua beleza e um nascer do sol escarlate
Possa teu rio sepultar suas lágrimas prateadas
Um anjo caído consagrado em mares enluarados
Deixando a vitalidade
Tão serena cria-se minha escuridão
Suplicando ventos de inverno
Ainda que eu parta, eu abraço a ti
Noite de inverno
Oculte tua preciosa sabedoria angelical
Eu segrego minha alma
Sob tuas asas do sofrimento
Escuridão eu abraço teus olhos
Viagem perdida no estreito caminho da vida
Eu revelo meu coração
Para esta beleza vestida de preto
Coração dançante eu lamento
Meu desejo perdido
Coração dançante eu lamento
Violente eternamente minha alma
Quanto minha alma devotadamente moldada
Minha lua surgirá com perda
Angustiantes olhos de corvo
Cai adormecido com o nascer do sol
Deleitável brisa de solstício de verão
Ainda que eu parta... eu espero por ti
Noite de inverno
Oculte tua preciosa sabedoria angelical
Eu segrego minha alma
Sob tuas asas do sofrimento
Escuridão eu abraço teus olhos
Viagem perdida no estreito caminho da vida
Eu revelo meu coração
Para esta beleza vestida de preto
Conceda-me tua última brisa de solstício de verão
Possa tu erguer-se do sono eterno
... minha paixão
Dance comigo sob teus mares enluarados
Espiando ansiosamente dentro do abismo
Uma fria e exaustiva noite
Noite de inverno
Descendo-me como flocos de neve
Eu abraço o frio
Por uma vida tão seguinte
Escuridão eu abraço teu coração
Viajante perdido além dos véus da madrugada
Eu oculto tua perda
Encantado em vida ainda silencioso eu lamento
Minha Lenore perdida...

Cura
(Cure)
Na sua teia
Os fios se emaranham
Sua presa está morta
Morreu em silêncio
Eu ficarei eternamente com você
A seus pés, ajoelhar-me-ei
Conforme sua vontade
Morto em silêncio
Quando eu me movo - sou movido por você
Quando você governa - todos são governados por você
No seu mundo - existe somente você
No meu mundo - existe somente você
Na sua teia
Os fios se emaranham
Conforme sua vontade
Morto em silêncio
Suas palavras são arrepios na minha espinha
Eu estou paralisado e sem forma - na sua teia... na sua teia
Meu sangue corre devagar e vermelho como vinho
O passado está dilacerado - para sempre
Eu servirei suas vontades - Por ter sido machucado, espancado e coberto
Eu servirei suas vontades - Por ter sido ordenado seu amante
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Bloody! Bloody! Bloody! Bloody!
Life or Death, that is the question!